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quinta-feira, 4 de maio de 2017

ESPIRITUALIDADE VIVA

Cada um de nós tem uma história a ser contada. Cada história tem seu ápice de estresse e quando paramos para reler essa história podemos perceber que Deus esteve presente nos fortalecendo e nos reconstruindo através de insight de sabedoria diante de nossas próprias escolhas.

Entendo que Deus é bom e sabe de nossa história e sabe que também somos capazes de enfrentar todas as suas demandas.

Se é verdade (eu creio) que Deus se mostra nos espelhos da natureza, muito temos a aprender com ela. Basta ver as estações do ano que cumprem seu papel nos dando possibilidade de sermos o que somos (seres vivos) nesse planeta.

Mas a beleza vai além quando vemos que o ser humano é um ser que se reiventa. Ele traz em si a essência do Pai que lhe imprimiu uma ética do bem. Quando algo lhe surge como contrário ao bem (e tem muito disso), contrário ao que é bom, ao que é digno, ele tem a capacidade de lutar contra o mal que lhe contradiz. Às vezes o mal pode vir do seu igual, o próprio homem que usa de sua liberdade para acomodar malignidade. Faz parte do jogo da liberdade humana, não por o homem ser decaído, mas por ser humano livre ou viciado ao mal.


Às vezes vemos que o homem pratica tanto o que é mal, que esse mal lhe identifica desumano, mesmo assim é pelo homem consciente do bem de Deus em sua vida que pode surgir a luta contra tudo o que é ou se mostra anti-vida. Precisamos nos unir para sobrevivência do bem, da vida. Precisamos de sabedoria seguir adiante com esse propósito e ajudar àquele que deseja unir força em prol do que é bom, correto, o que for puro, amável, o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno, que pensemos nessas coisas.

Josué Gomes

quinta-feira, 27 de abril de 2017

ESPIRITUALIDADE VIVA

A sedução do pragmatismo superficial de nosso tempo é horrível. Buscamos o que supostamente funciona e vamos como quem pergunta o que você toma quando tem enxaqueca, da mesma forma o que fazer quando estamos com soluço. Funciona? Então, tá!

Esse é do tipo de espiritualidade de moda, não é espiritualidade viva e não se sustenta na realidade da vida.

Precisamos acordar para a realidade de que a vida não tem atalhos, e isso inclui a mim e a você. Sei que a capacidade de errar/acertar é uma característica de nossa humanidade e isso é claro na narrativa mítica de Gênesis 3. Mas tudo tem consequência, não porque o homem é caído, mas por sermos humanos.

A vida se dá como uma grande aventura e nos torna guerreiros de dentro e de fora de nós mesmos. Podemos fazer isso por nós mesmos ou optarmos por uma espiritualidade viva que acontece na vivência consciente das virtudes do Cristo vivo em nós; uma espiritualidade que não se dá pelo discurso triunfalista de um evangelho que te exclui da vivência humana com o vício da promessa de que o milagre vai acontecer ao fiel, mas a espiritualidade viva não se dá com esses triunfalismos, aliás, faço coro com um pastor presbiteriano maceioense - "O melhor do milagre é não precisar dele!"

A espiritualidade viva também não se promove com a ilusão de se tornar intocável pelo mal. Isso não somente é ilusório, como ainda pode gerar a confusão e ferida na alma ao cair na realidade.

Não fomos criados anjos alados, mas humanos e como humanos devemos seguir mais ousados e menos arrogantes da fé.


Há um ditado popular interessante que cabe aqui - "A rapadura é doce, mas não é mole, não!".

Apesar do tempo do touch ou automático do carro, fogão, micro-ondas, o cristianismo te desafia a viver uma espiritualidade de consciência da vida da vida onde cada passo te promove a vivente com fé, coragem e dedicação no que optar fazer no espírito do Cristo vivo.

Josué Gomes